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As aves são as primeiras sinalizadoras do uso dado ao
Ambiente. Nesta pequena porção do território nacional chamada Piraju,
que ainda possui preservados o Cerrado e a Mata Atlântica, podemos
observar 33% das aves do Estado de São Paulo e 15% das aves brasileiras.
Piraju está entre as 10 cidades do Estado de São Paulo e entre as 30
cidades do país em espécies cadastradas e fotografadas.
MENSAGEM DO EDITOR
São dois os objetivos deste site.
Primeiramente, cadastrar o maior número de fotos das
espécies encontradas em Piraju para que a cidade possa
ser reconhecida no contexto da avifauna brasileira,
mesmo com qualidade fotográfica não profissional. No
segundo momento, pretendemos substituir cada uma delas
por outra de qualidade fotográfica aprimorada, e ampliar
esse trabalho na região do Vale do Paranapanema. Esse é
o nosso objetivo e oferecemos esse trabalho à população
de Piraju e região, para que a cidade se desenvolva no
turismo e preserve as áreas onde existem natureza
preservada e possa valorizá-la cada vez mais.
José Carlos Garcia

O Brasil, como é de se esperar, oferece abundância de
lugares onde o turista pode observar aves. A região de
Piraju, no interior paulista, é uma delas, e conta com
261 espécies já cadastradas e muitas ainda a cadastrar,
pois existem apenas 4 fotógrafos fazendo o cadastro.
Piraju está localizada a cerca de 320 km da capital
paulista
A maior parte das atividades são realizadas no Parque do
Dourado, que ocupa uma área verde de 250 mil m² e em
diversos outros lugares como Horto florestal, estrada
velha Piraju, Fazenda Piraju, Bairro Monte Alegre,
Bairro dos Pereira, etc
"Atualmente esta atividade está sendo
fortalecida em nossa cidade, que já contam com
observadores locais que estão acompanhando com
eficiência os grupos interessados nesta atividade. Esta
atividade tem tudo para se desenvolver com força na
região, visto que além das aves, da beleza natural e da
curta
distância da Capital, a cidade conta com espécies
variadas que ainda não foram exploradas e que só poderão
ser encontradas em cidades distantes. Algumas
pousadas já estão se adequando para
receber estes amantes da natureza com guias e roteiros
de locais para observar e fotografar os pássaros"
VENHA FOTOGRAFAR EM PIRAJU.
TEMOS MUITAS ESPÉCIES CADASTRADAS E
DIVERSAS PARA ENCONTRAR
A observação de aves,
também atribuída como passarinhar significa caçar
pássaros, caça aos pássaros, observar pássaros, é
algo muito prazeroso, mas as vezes temos que nos
preparar para conseguirmos fazer uma boa observação,
vamos passar algumas dicas que facilitará a sua
passarinhada.
Pesquise sobre o
comportamento de cada família ou gênero. Existem
vários guias especializados que podem ser usados
para consulta. Ir ao lugar certo e saber o que
procurar é o primeiro passo para uma boa
passarinhada.
Se você for entrar em
uma área florestal, deve usar uma roupa discreta e,
de preferência, camuflada com o ambiente para evitar
que a ave se assuste e fuja. Use tons mais escuros
de verde para mata e cerradão e tons mais claros de
verde ou cáqui para cerrados baixos e campos. De
modo geral, sua chance de ver e fotografar aves em
vida livre aumenta se o seu disfarce é bom.
O silêncio e uma
caminhada silenciosa são fundamentais para não
espantar as aves. Limite a conversa ao mínimo
essencial e pise ‘leve’, sobretudo se a trilha está
coberta de folhas secas. Se for preciso afastar
ramos com as mãos, faça isso devagar. Quando
encontrá-las, não se aproxime muito para não
assustá-las.
Chegar perto demais de
uma ave silvestre pode oferecer risco, para você e
para ela. Há chance de transmissão de doenças (de
você para a ave e vice-versa) e de acidentes
(arranhões ou bicadas). Evite, sobretudo, tocar
filhotes, mesmo quando parecem abandonados. Muitos
filhotes ficam sozinhos enquanto os pais buscam
alimento e sua interferência gera estresse.
As primeiras horas da
manhã e o final da tarde são os horários de maior
atividade das aves. Mas algumas espécies têm hábitos
diferenciados, portanto, procure saber os horários e
as épocas do ano de maior atividade de cada uma.
Corujas, urutaus, bacuraus… só poderão ser
observadas durante a noite.
O uso de equipamentos se
torna essencial para uma boa observação.
O mais básico deles é o
binóculo, Indispensável para uma boa observação.
Escolha um modelo com aumento de pelo menos 8 a 10
vezes e boa luminosidade. Geralmente são os
binóculos com lentes de diâmetro maior, que também
são mais fáceis de focar. Isso ajuda muito na hora
de encontrar a ave em meio a folhagens antes que ela
voe. Existem binóculos com dispositivo para reduzir
vibrações, o que é interessante, porém custam mais
caro. Confira ainda o peso dos vários modelos e
prefira o mais leve. Depois de vários minutos
segurando os binóculos na altura dos olhos ou
algumas horas levando-os pendurados no pescoço, o
peso começa a fazer diferença.
Também pode-se usar um
play-back, a melhor opção é um equipamento de
MP3 que grave e reproduza sons com
clareza. É mais leve, tão eficiente quanto o velho
gravador de fita cassete, e suficiente para fins de
observação. Boa parte dos observadores faz suas
próprias gravações e as reproduz de imediato. Mas
também é possível adquirir CDs com cantos de
diversas aves, como a edição Vozes da Amazônia
Brasileira, do Instituto Nacional de Pesquisas da
Amazônia (INPA), com 340 espécies de aves em 4 CDs.
Grandes livrarias e lojas especializadas em artigos
para biólogos têm algumas opções de CDs à venda,
caso da Livraria Cultura. Ainda é possível copiar as
vocalizações na internet, em sites abertos, como o
próprio Wikiaves.
Outra alternativa é
utilizar câmeras fotográficas. A popularização das
câmeras digitais também aliviou o peso do
equipamento de campo dos observadores, multiplicando
as boas fotos. Se você pretende comprar uma câmera
principalmente para fotografar as aves observadas,
prefira uma com mais de 5 Megapixels (e a configure
em alta resolução). As lentes com zoom são mais
práticas, pois você ajusta rapidamente ao lugar em
que a ave aparece: mais próxima ou mais distante. A
opção grande angular (primeiro número do zoom) não
precisa ser menor do que 28 mm. Já a opção
teleobjetiva (o segundo número do zoom) deve ser
superior a 400 mm, quanto mais, melhor. Cuidado com
o zoom digital, pois o resultado nem sempre é bom.
Opte por lentes com zoom real superior a 400 mm. E
atenção ao detalhe da luminosidade da lente: prefira
as mais luminosas (pelo menos 3.2) para não precisar
recorrer muito ao flash. Os modelos que permitem
tanto focagem automática como manual são mais
indicados. Embora o foco automático ajude muito
quando a ave está em movimento, o foco manual é
essencial para uma boa foto em ambientes com
vegetação densa. Freqüentemente, se há detalhes
demais em quadro, a câmera automática não consegue
‘decidir’ o que deve ser focado e você pode acabar
só com as folhas nítidas e a ave desfocada. Se puder
optar, prefira as câmeras SLR, que permitem
visualização através da própria lente e, portanto,
mostram fielmente o enquadramento que sairá na foto.
Essas câmeras, mesmo digitais, ainda permitem trocar
as lentes e optar por diversos modos de exposição.
Flash – A maioria das
câmeras digitais já vem com flash acoplado e dá a
opção de acioná-lo como contraluz, ou seja, para
compensar a luminosidade do céu e mostrar a ave
pousada no alto de uma árvore. Assim você consegue
mais detalhes do que a simples silhueta da ave e a
reprodução mais fiel do colorido da plumagem. Se a
observação for de espécies de mata densa, no
entanto, o flash da câmera precisa do reforço de uma
luz mais potente, capaz de iluminar aves a mais de
10 metros. Confira, portanto, se sua câmera tem
saída para flash adicional, que precisa ser acoplado
para disparar sincronizado com a foto. Na escolha do
flash, verifique o alcance da luz (pelo menos até 20
metros) e as possibilidades de difusão e mudança do
ângulo. Em muitos casos, é bom não dirigir a luz do
flash diretamente para a ave, mas iluminar o
ambiente, de modo a não assustá-la logo ao primeiro
disparo.
Em áreas naturais,
acostumar aves silvestres com alimentação artificial
é facilitar sua captura por traficantes e caçadores.
Ao invés disso, ajude a conservar a área e sua
vegetação, para que as aves tirem delas tudo o que
precisam, incluindo água. Se puder, plante árvores
de flores e frutos ao invés de oferecer alimentos
prontos para consumo. Em áreas urbanas ou
urbanizadas, comedouros e bebedouros são bem-vindos,
pois complementam a oferta de alimentos naturais,
geralmente insuficiente.
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Terra da gente - disponível em:
Terra da Gente Acesso em 13 Mai. 2011.
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Terra da gente - disponível em:
Terra da Gente Acesso em 13 Mai. 2011.
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Terra da gente - disponível em:
Terra da Gente Acesso em 13 Mai. 2011.
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br.brookfield.com - disponível em:
br.brookfield Acesso em 13 Mai. 2011.
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